Triste pero hermosa...
BACK TO BLACK
He left no time to regret
Kept his dick wet
With his same old safe bet
Me and my head high
And my tears dry
Get on without my guy
You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked
I'll go back to black
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to.....
I go back to us
I love you much
It's not enough
You love blow and I love puff
And life is like a pipe
And I'm a tiny penny rolling up the walls inside
We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
Black, black, black,
I go back to
I go back to
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black
jueves, 29 de mayo de 2008
viernes, 23 de mayo de 2008
Quase imortal

Quis soltar o grito que me queima
Um lamento que em mim teima
Em não ficar calado.
Quis soltar a mágoa, a ansiedade
Dos dias da verdade
Tão diferentes do passado.
E agora que soltei o meu grito
Não menos triste me sinto
Que o cantar não leva a dor,
Pois o meu canto não muda o destino
De viver em desatino
Eu, a vida e este amor.
Quis viver um amor quase imortal
Que não me levasse a mal
Ter tamanho coração.
Fui amada na ilusão de quem não o era
Talvez por quem tanto dera
Sem saber que era em vão
E o meu pecado é ainda acreditar
Ser possível querer e amar
Dando ouvidos à razão.
Se o amor é louco como dizem por aí,
Eu que a mim sempre menti,
Vou escutar meu coração.
jueves, 22 de mayo de 2008
Balada de neve

Una joven cantante de fado, Joana Amendoeira y una canción hermosa para comenzar
BALADA DA NEVE
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria... .
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
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